Retrospectiva Séries 2020
- Mary Curious Blog
- 30 de dez. de 2020
- 3 min de leitura

Falta muito pouco para acabar 2020, um dos anos mais conturbados da história. Pessoalmente, eu passei a maior parte dos meses, semanas e dias dentro de casa em momentos de decepção, tédio, saudade, mas também de superação, alegria e gratidão tornando o ano uma grande montanha russa de emoções, sentimentos e experiências. Entre aulas a distância cansativas, os canais de streaming foram a minha distração, o meu lazer. Por isso, quero relembrar o meu 2020 com as principais séries que marcaram esse ano.
Em Janeiro, uma jovem órfã, criativa, inteligente, determinada e que, assim como muitos de nós, deseja encontrar o lugar onde pertence me impactou com a sua jornada. Anne with an E foi a primeira série que marcou muito esse ano para mim, me ensinando mais do que eu poderia imaginar.
No próximo mês o coronavírus entrou no país com grande estilo, tornando Fevereiro o último mês “normal” do ano. Eu lembro de assistir Locke & Key.
A história traz temas como a insegurança, o medo, o luto e a raiva, que são emoções fortes e representantes das incertezas e dificuldades que viriam.
Março nem começou direito e todos foram colocados em quarentena inesperadamente. Em busca de acolhimento encontrei Heartland, uma série canadense que acompanha Amy Fleming e sua família ao longo de 13 anos de história.
A série se tornou o meu refúgio, me mostrando personagens e situações familiares interessantes, enquanto o caos acontecia do lado de fora do meu apartamento.
No segundo mês de quarentena, Abril, assisti outra série muito interessante: Eu nunca… . No cenário de isolamento Devi, uma jovem americana com descendência indiana chama a minha atenção me fazendo rir e me mostrando o impacto que a repressão de um acontecimento pode ter na vida.
A série ensina a importância de acolher os momentos difíceis da melhor maneira possível para manter a mente e o ambiente entorno mais saudável.
Em Maio, decidi assistir pela primeira vez Gilmore Girls (confesso que não sabia o que estava perdendo antes de assistir a ela). Essa série mostra a dinâmica apaixonante entre mãe e filha, Lorelai e Rory Gilmore, deixando meu dia mais leve com aspectos nostálgicos dos anos 2000.
E continuei, mês de Junho, assistindo à outras relações interpessoais com as séries como This is Us e Modern Love, que além de provocarem reflexões, abordam temas importantes (mesmo que você precise de alguns lencinhos as vezes).
Em Julho muitas coisas já tinham acontecido e decidimos assistir Dark em família. Uma série com mais reviravoltas que qualquer outra e que não faz sentido até que você se aproxime do final.
Ironicamente, assim como as incertezas do coronavírus que ainda não tem uma explicação clara.
Em seguida (Agosto), assisti à She-ra e as Princesas do Poder, uma animação escrita por Noelle Stevenson que, baseada na animação de 1985, foi elogiada pela crítica por sua diversidade de personagens e relacionamentos que me encantaram completamente.
Em Setembro, com um gostinho de nostalgia, Kenny Ortega, o mesmo diretor de High School Musical, lançou na Netflix a primeira temporada de Julie and the Phantoms que é baseada na série brasileira de mesmo nome.
Além das músicas originais, a série tem uma história muito tranquila de assistir e atores com uma ótima conexão.
O lançamento de Cobra Kai em Outubro,que foi originalmente lançada no Youtube, fez com que eu assistisse a todos os episódios em pouco tempo.
Os personagens dos filmes originais dos filmes de Karate Kid são maravilhosos, mas os jovens da nova geração aproximam os jovens dessa década.
Penúltimo mês do ano, Novembro, chegou o tão esperado Disney+. Sempre fui uma fã do estúdio e com um catálogo tão extenso escolhi dois projetos muito interessantes que me agradam: Sparkshorts da Pixar e Short Circuit da Disney.
São curtas com histórias únicas, divertidas e marcantes que podem mudar a sua visão sobre o mundo em instantes.
Chegando no final, Dezembro, todos estão exaustos e nada melhor que uma série natalina para assistir (e reassistir) sem culpa. Dash & Lily me cativou com a dinâmica entre os personagens e o espírito natalino de Nova Iorque.
Depois de um ano tão difícil, acredito que todas essas séries (e muitas outras) foram importantes para mim. Elas e muitos filmes e HQs fizeram com que eu criasse esse blog e sabendo de tudo que eu passei foi importante para o meu aprendizado estou pronta (e ansiosa) para começar 2021.







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